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A História dos Carros Funerários

Postado em Carros Funerários, Nossa Marca

 

Nos dias atuais, os carros funerários são imprescindíveis para que os Diretores Funerários que almejam fazer a diferença perante aos concorrentes. É difícil imaginar como eram as cerimônias e costumes de anos atrás e até nos lembramos como eram os carros utilizados pelas funerárias, por conta disso, preparamos este artigo para lhe contar um pouco da origem dos carros funerários. Acompanhe a seguir e entenda como o veículo se tornou parte importante do mercado funerário.

 

A origem dos carros funerários

 

O termo "carro fúnebre" originou-se da palavra inglesa "hearse", que nomeia um tipo de candelabro frequentemente usado em cerimônias fúnebres. A data exata em que os carros funerários começaram a ser usados é indeterminada, mas desde sempre houve a necessidade de transportar corpos, tanto para a cremação quanto para o sepultamento. Por conta disso, carruagens puxadas por cavalos começaram a ser usadas no século XVII e deram um novo significado a palavra "hearse". Até a chegada do século XX, quando automóveis ainda não circulavam pelas ruas, os cavalos continuavam a puxar as carruagens funerárias.

 

Museu de Carrosses Fúnebres (Barcelona)

Museu de Carrosses Fúnebres (Barcelona)

 

Estima-se que foi entre os anos 1901 e 1907 que os primeiros carros funerários motorizados entraram em atividade nos cortejos da classe com maior poder aquisitivo.

Nos EUA, o pioneiro na criação de carros funerários foi H. D. Ludlow, um proprietário de empresa funerária que teve a brilhante ideia de encomendar um veículo com chassis de ônibus. A invenção foi muito bem vista pelos mais ricos e fez tanto sucesso que após 13 funerais realizados, o modelo foi substituído por um maior ainda. Mesmo com tamanho sucesso, a maioria dos donos de empresas funerárias rejeitaram a prática por ser cerca de 4 vezes mais cara que os carros fúnebres convencionais puxados por cavalos.

Para a época, Ludlow fez o inesperado e, como toda ideia inovadora parte de um princípio destemido e arriscado, a chance de seu investimento dar errado era grande. Entretanto, pouco tempo depois, o modelo funerário que era elétrico foi trocado por maquinários à combustão e seu preço foi reduzido. Assim, o automóvel funerário tomou o espaço de carruagens por conta do aumento da potência, velocidade e desempenho, se tornando um instrumento de trabalho muito mais eficiente, pois possibilitava a realização de mais de um cortejo por dia.

Por essas e outras razões, os mesmos donos de funerárias que antes criticavam a ação visionária aderiram ao novo "hearse".

A partir da década de 1920, os veículos fúnebres movidos à combustão se tornaram padrão e as primeiras empresas fabricantes desses carros foram surgindo.

Por conta do tamanho diferenciado dos carros funerários, era normal que também fossem usados como ambulâncias, uma vez que a regulamentação de ambulâncias só se tornou mais rígida em 1970.


Os carros funerários no Brasil

 

No Brasil, a história dos carros funerários passou por diversas fases. Em função de fatores como condição monetária, infraestrutura, cultura e tecnologia atrasaram um pouco o uso do carro funerário motorizado.

Por conta disso, transportes alternativos eram comumente usados. Os brasileiros realizaram o cortejo por meio de redes, carros de boi, carroças, carruagens, e até a pé, prática utilizada inclusive nos dias atuais onde entes queridos carregam o caixão pelas alças até o local de sepultamento. Vale destacar que a Ferrovia Paulista possuía um Vagão Funerário, que hoje se encontra exposto no Museu Ferroviário de Paranapiacaba. Com ele, o translado de corpos do litoral para outras regiões brasileiras passou a ser possível.

Assim como em outros países, quando os carros motorizados começaram a surgir no Brasil, passaram a ser adaptados como meios de transporte funerários.

 

O início da Procópio no mercado funerário

 

A marca Procópio iniciou suas atividades no fim da década de 60 com funilaria e pintura de automóveis.

Após décadas de aprendizado e especialização na adaptação de veículos, no início do século XXI, a Procópio se reinventou e lançou a marca Procopio Special Vehicles - PSV para atuar no ramo de implementação de veículos de luxo e alto padrão.

Em 2009, como uma nova aposta, a Procópio decidiu expandir seu leque de serviços e atender ao mercado funerário com veículos de alto padrão adaptados para as necessidades do setor. Apresentamos na FUNEXPO em Santos-SP o primeiro Chrysler 300C Touring limousine funeral car do Brasil e que até ganhou o prêmio de carro funerário mais bonito do mundo pela revista “Car and Drive” naquele ano.

Após 8 anos de experiência com veículos fúnebres, a Carros Funerários Procópio foi criada, oferecendo a mesma qualidade, tecnologia e dedicação presentes em cada veículo da PSV e apresentando novos modelos e versões para que, com excelente custo benefício, possa atender as necessidades do segmento funerário, dentre os novos modelos com lançamento para 2018 estão: Mercedes-Benz C180 Funeral Car Deluxe (sem alongamento entre eixos), Fiat Toro Funeral Car limousine, Fiat Toro Funeral Car Deluxe, S-10 Cabine Dupla Funeral Car Deluxe (a qual, igualmente a Fiat Toro, não terá alongamento entre eixos e nem do balanço traseiro). Aguardem em breve a apresentação desses novos modelos.

Hoje, a Procópio se destaca por seu atendimento nacional e internacional e sua busca por inovação constante. A política da empresa é: "Atender a todos os requisitos de qualidade trabalhando com melhoria contínua de todos os processos agregando valor aos produtos, com a finalidade principal de satisfazer as ansiedades do cliente de acordo com suas necessidades."

 

Gostou de saber como surgiram os carros funerários? Deixe seu comentário e compartilhe!

Até a próxima!

 

Parte dos dados desta postagem foram retirados da Revista INMEMORIAN. ANO VII - 37 - ABRIL - MAIO DE 2013.

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